Discutindo educação inclusiva através das charges parte 5
Os direitos para alunos com Necessidades Educacionais Especiais foram constituídos em Lei após muita luta, porém o processo de adequação das estruturas físicas dentro das instituições públicas e capacitação dos profissionais para esse atendimento de ensino não acompanharam a implantação das Leis. O que encontramos são alunos que precisam de acessibilidade e são recebidos por instituições despreparadas que através de um espelho de padrões normativos não se adaptam e não enquadram suas estruturas na busca de atender esses discentes, os obrigam a se adaptar ao que encontram ou o pior e mais frequente: a desistirem do ensino.
A inclusão social,e um direito de todos.devemos ser tratados com igualdade,não importa a raça,a cor é a religião,somos todos iguais.
ResponderExcluirEntendo que deve ser um grande desafio pensam em todos os que precisam de acessibilidade mas tudo é possível quando a gestão calcula certo a melhor maneira de agir diante deste cenário de desigualdade, pois as vezes quando acreditamos que estamos ajudando a todos, uma pessoa que a gente menos espera acaba ficando sem ajuda, precisamos estarmos preparados sempre para novos desafios.
ExcluirA inclusão social depende muito dos professores e dos familiares, precisam buscar capacitação para trabalharem mais a respeito.
ResponderExcluirPerceberam o "toma lá dá cá" desta pessoa vista como "autoridade" nesta charge? A mim me parece que ele fala como se estivesse fazendo um favor, atendendo de certa forma o disposto na lei, de possibiitar cotas de acesso ao cadeirante, mas agora vem a parte mais difícil, inclui-lo de fato.
ResponderExcluirNão consigo ter a leitura se é uma universidade, escola ou empresa, mas pelo que conheço do Cartunista Ricardo Ferraz, (autor da charge) pode ser uma escola. Minha leitura é que foi atendido um dispositivo que trata de cotas, mas agora vem a dificuldade de adaptação por parte da pessoa.
Eu levanto uma questão para a gente pensar: será que está claro para todos que não são as pessoas que precisam se adequar/adaptar aos estabelecimentos, mas estes que devem se adequar às pessoas?
E bem assim os governantes fazem o social . e depois os professores e os pais que lutem pelas adeguações. Temos que Realmente mudar .essa realidade correr atras fazer valer o que Realmente tem que ser.
ResponderExcluirNo papel e muito lindo e funsiona
ResponderExcluirMais na pratica ainda falta muito
Para conseguirmos alcansar o minimo
De dignidade para as pessoas com necessidade especiais .
Temos que fazer valer a lei. E cobrar mesmo os responsaveis para fazer valer.
No papel e tudo lindo e Perfeito
ResponderExcluirMais na realidade.
E tudo muito dificil, sem nenhum
Apoio as pessoas com deficiencia
Se não forem atras dos direito e so mais um na lista do poder publico.
Devemos lutar não desistir nunca .
É preciso que nós educadores mude essa realidade.
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ResponderExcluirNo meu ponto de vista é assim que funciona na prática. Na vdd mais ou menos assim, pq muitas vezes" eles" fingem fazer a parte deles e jogam TD em.nossa mãos.
O acesso se faz necessário para que haja realmente direitos garantidos, adaptar espaços públicos com recursos de acessibilidade é de grande importância para possibilitar o direito de ir e vi. A charge, mostra que se a lei de inclusão ficar só na teoria , indivíduos continuaram se acesso básico nos espaços de convivências.
ResponderExcluirA lei, quando fica apenas no papel, é bonita de se ler; porém, na realidade do dia a dia, muitas vezes não se alcança o objetivo principal: atender de fato à sociedade e às pessoas.
ResponderExcluirPor isso, é fundamental que as leis saiam do campo teórico e se transformem em ações concretas, garantindo direitos, inclusão e dignidade para todos.
att. ANDERSON FABIANO DE MELO
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